Acadêmico

Acadêmica: Muna Omran 

Cadeira: 25

Patrono: Salim Miguel

Membro: Titular

Seção: Letras

Eleição: 04/11/2022

Posse: 12/11/2022

Sob a presidência: José Roberto Tadros 

Antecessor:

Pós doutorado  em Estudos Literários pela Universidade Federal Fluminense. Doutora em História e Teoria Literária pela Unicamp. 
Cofundadora e Pesquisadora Sênior do Grupo de Estudos e Pesquisa sobre o Oriente Médio (Gepom) uma uma cooperativa intelectual dedicada a pesquisa, ensino e debates sobre a história e a atualidade do Oriente Médio e Editora da Gepom em Revista.
 
Profa Colaboradora do Programa de  Pós- Graduação em Estudos da Linguagem da Universidade Federal Fluminense. 
Vencedora do concurso de textos dramáticos promovido pelo Pen Clube internacional 2020, com o texto “Memórias da Madrepérola”.  Integrante do grupo de pesquisa de história contemporânea da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) . 
 
Membro Integrante  da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT). Tem artigos e ensaios publicados em revistas e livros  especializados da área de ciências humanas e sociais.
 
É também Dramaturga.
“O Brasil é um formado por um mosaico de diferentes culturas, todas integradas e entre elas a cultura libanesa. Oriunda da crise econômica e política que o Oriente Médio instauradas com a queda do Império Otomano,  do início do século XX,  a imigração de  árabes no Brasil,  resultou na maior diáspora do mundo. Dentre tantos imigrantes estavam não só comerciantes ou agricultores como também muitos intelectuais, entres eles o libanês, Elias Farhat, que  via  na literatura uma forma de preservar a sua rica língua de origem, o árabe,  e a marca de sua cultura:  a palavra poética! 

Dessa forma, vejo   a  Academia Líbano-Brasileira de Letras, Artes e Ciências preenchendo  um espaço institucional necessário para os descendentes da Diáspora libanesa no Brasil e uma forma de prestigiar os primeiros imigrantes que com seu trabalho e  conhecimento fincaram suas raízes aqui. Acredito que  essa Academia escreverá mais uma rica página na história da imgração no Brasil e,  espera-se que apoie iniciativas voltadas para a pesquisa e para a divulgação da cultura médio oriental. 

Desejo que essa Academia  seja um espaço  harmonioso para a convivência com aqueles que apostam no saber científico, artístico e literário.”

Autora dos livros  de ficção

-“A história que Sherazade não contou – contos” (Parthenon-2018).

-” Vozes Silenciadas (Parthenon -2019).

– Ensaios  “Imprensa, Cinema e História – Novas Metodologias” (editora UEMA-2015).

-“Melancolia nas Letras” (Editora Nossas Letras- 2016).