
Paloma Chediak
Sob a presidência: José Roberto Tadros

Paloma Chediak nasceu em uma família de origem libanesa, marcada por uma forte veia artística. Neta de libanês, é filha do teatrólogo e diretor Jesus Chediak, que se dedicou amplamente à criação e à gestão cultural. Destaca-se também seu vínculo familiar com um dos patronos da Academia Líbano-Brasileira, Almir Chediak, seu tio e padrinho, que deixou um importante legado para a música brasileira por meio de sua vasta obra.
Seu contato com a arte começou ainda na primeira infância. Aos três anos, iniciou os estudos de dança no Ballet Dalal Achcar. Posteriormente, formou-se em Licenciatura Plena em Dança e passou a lecionar aos 20 anos, atividade que exerce até hoje.
Paralelamente à formação acadêmica, desenvolveu ao longo dos anos múltiplas atividades criativas nas áreas de cinema, teatro, dança e performance. No cinema, estreou sua assinatura coreográfica em uma grande produção brasileira da Disney, Perdida (2023), dirigida por Katherine Chediak Putnam e Dean W. Law. Como coreógrafa e preparadora corporal, atuou no musical teatral Quem disse que Hollywood já era?, com direção de Sérgio Fonta. Atuou e adaptou a peça Mulheres de Nelson, em homenagem ao centenário de Nelson Rodrigues, sob direção de Jesus Chediak.
Foi performer em Desconexión, da fotógrafa Maria Chrisá, obra premiada na categoria individual (modalidade projeção) em convocatória de artistas femininas de toda a América Latina, promovida pela Fundación Fotógrafas Latinoamericanas. A foto-performance foi exposta na Galeria The Art Pavilion, no Mile End Park, em Londres, e na Eurart, em Paris. Recebeu ainda prêmio do edital Ondas da Cultura, promovido pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, pela obra Transpassar, videodança que coreografou e performou, novamente em parceria com a diretora Maria Chrisá.

